Há mais do que um caminho para dentro de si.
Terapia Analítica, Hipnoterapia e Terapia Espiritual: três formas distintas de acompanhar quem procura aproximar-se, com honestidade e consciência, do que existe de mais profundo em si.
Terapia Analítica, Hipnoterapia e Terapia Espiritual: três formas distintas de acompanhar quem procura aproximar-se, com honestidade e consciência, do que existe de mais profundo em si.
Um processo contínuo de autoconhecimento, inspirado na Psicologia Analítica de Carl Gustav Jung. Um espaço para explorar padrões, sonhos, símbolos e conflitos interiores.
Um caminho sereno para aceder ao inconsciente e aos recursos que já vivem em si, em plena consciência e sempre ao seu ritmo.
Um espaço de natureza espiritual, com ferramentas como a radiestesia e outras práticas de leitura e orientação. Normalmente uma consulta pontual.
Cada processo começa com um primeiro contacto, sem compromisso, para perceber qual dos caminhos faz sentido para si.
Os três caminhos
Convivem em harmonia, mas não se misturam. Cada uma tem objetivos, metodologia e enquadramento próprios.
Marcelina d’Andrade não é licenciada em Psicologia nem membro da Ordem dos Psicólogos Portugueses. A sua prática não constitui Psicologia Clínica nem Psicoterapia enquanto profissão regulada. A Terapia Analítica que oferece é inspirada na Psicologia Analítica desenvolvida por Carl Gustav Jung.
Quem procura Terapia Analítica recebe Terapia Analítica. Quem procura Hipnoterapia recebe Hipnoterapia. Quem procura Terapia Espiritual recebe Terapia Espiritual. Pode recorrer a diferentes caminhos ao longo do tempo, mas cada um mantém a sua identidade própria.
Sonhos, símbolos, arquétipos, sombra: um espaço de escrita sobre o trabalho interior.
Os sonhos não são adivinhas para decifrar com um dicionário. São mensagens de uma parte de nós que ainda não teve voz.
Aquilo que rejeitamos em nós não desaparece: espera. A sombra guarda tanto o que tememos como o que ainda não ousámos ser.
A individuação não é um projeto de melhoria pessoal. É o lento trabalho de reunir aquilo que somos, incluindo o que preferíamos não ser.